📈 Relançamos o site de um negócio local: acompanhamento de SEO com dados reais

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Olá a todos 👋

Os que me conhecem já sabem que sou o Novatico e que estou há alguns anos no fórum. Para os que não, conto a vocês: sempre me dediquei a negócios físicos e estou há muitos anos no ramo da construção, à frente de uma empresa de serviços.

Em 2025 começamos a formar nosso próprio departamento de marketing, focado sobretudo em SEO e Google Ads. A base da equipe é formação paga em plataformas de alguns dos SEOs mais conhecidos da Espanha, que muitos por aqui já conhecem. Sobre essa base, aplicamos nosso próprio critério, o que vamos tirando da evolução de cada projeto e de nossos experimentos, porque, como todos os que nos dedicamos a isso, tentamos ir incorporando estratégias novas.

Além de trabalhar nossos próprios negócios, cuidamos do SEO de algumas poucas empresas com as quais temos laços comerciais, e apenas daquelas nas quais sabemos que podemos trazer resultados de verdade.

🎯 Por que este tópico?
Nós o abrimos com a intenção de trazer informação real sobre como o Google está se comportando hoje no SEO de serviços locais. Faremos o acompanhamento em aberto de um de nossos projetos, com dados e capturas reais, caso sirva para mostrar a realidade do dia a dia. E também para aprender com vocês: irei respondendo às perguntas e comentários dos colegas do fórum conforme tiver tempo.

É um negócio privado, então não daremos domínio, setor concreto, zona nem palavras-chave: tudo será ocultado e as keywords irão por grupos.

🏚️ Ponto de partida
É uma empresa do ramo que trabalhava quase sempre subcontratada para empresas grandes: promotoras e construtoras. Sempre com trabalho e sempre ativos, mas com margem muito baixa: os números iam muito justos e sempre apertados. O objetivo é que possa chegar diretamente ao cliente final.

O site já tinha tido um serviço de SEO, mas sem nenhum tipo de estratégia, e o deixaram aos três meses. Quando o pegamos, era um site corporativo praticamente morto: sem estrutura pensada para busca e quase sem tráfego.
Dois meses antes de começar: 16 cliques, 872 impressões, posição média 23,9.

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🤖 Visibilidade na IA do Google
Nem tudo é o ranking clássico. Em uma das keywords comerciais mais fortes do projeto, onde já estamos na posição 1, a vista criada com IA do Google nos cita como primeira fonte, à frente de dois concorrentes com mais tempo de mercado.

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Para um negócio local isso é ouro: o usuário vê a resposta da IA e o primeiro que encontra como fonte é nosso cliente. E tudo isso, por enquanto, sem um único backlink.
Iremos vigiando também como evolui a presença do projeto nos resultados com IA (Google, ChatGPT, Copilot…) e iremos contando a vocês.

📈 Keywords na fila: às portas da primeira página
Além das que já estão no topo, há um bom grupo de keywords de serviço que vinham da segunda e terceira página e que em poucas semanas se colocaram muito perto do top 10:
🔹 Grupo A (preço): de 26 para 14 e de 19 para 13
🔹 Grupo A (preço, outra variante): de 18 para 11
🔹 Grupo D (técnica concreta): de 23 para 15

E no acompanhamento em celular, o grupo de reparos é o que mais está se movendo:
🚀 Uma keyword sobe 95 posições e se coloca na 5
🚀 Outras duas sobem 47 e 25 posições e já rondam a terceira página
✅ Já há três keywords desse grupo dentro do top 10

Todas estão a um empurrão de entrar na primeira página, e ainda sem um único backlink.



🛠️ O que fizemos (relançamento em 8 de setembro)
📅 Como foi, semana a semana

🚀 Semana 1 (8-14 set) — Lançamento
Publicamos o site novo e, nos primeiros dias, uma leva grande de conteúdo. Com um estudo de palavras-chave detectamos dois serviços que davam negócio e não tinham página própria, então os criamos. Verificamos a ficha do Google e corrigimos os dados estruturados.
📈 As impressões passam de umas 15 por dia para várias centenas.

😱 Semana 2 (15-21 set) — O susto
Descobrimos que o índice do blog tinha ficado em noindex: o Google não estava indexando. Corrigimos, pedimos reindexação e otimizamos seu título e descrição. Ajustamos também o cache.
📈 Aparecem as primeiras keywords dentro do top 20.

📩 Semana 3 (22-28 set) — Primeiros contatos
Primeiro pico de impressões e começam a chegar solicitações de orçamento pelo formulário. Revisamos o Search Console a fundo: reescrevemos títulos e descrições das páginas com impressões mas poucos cliques, e encontramos um redirecionamento antigo que mandava para uma página genérica; a apontamos para a de seu serviço.

🔧 Semana 4 (29 set-6 out) — Ajustar
Novo estudo para encontrar lacunas de conteúdo informacional e passamos para um artigo por semana. Uma página que não terminava de posicionar resultou ter um desajuste de intenção: a reorientamos. No celular a velocidade estava fraca (desempenho 71 e LCP de 6,6 s), então mexemos no carregamento de imagens e consertamos tabelas e imagens que apareciam mal.

🏆 Esta semana — O salto
O rastreador marca a maior subida até agora: a visibilidade passa para 3,71 % e temos a primeira keyword na posição 1.


✅ Site refeito do zero, com uma arquitetura por serviços: uma página para cada serviço que dá negócio.
✅ Estratégia de conteúdo em duas camadas:
1️⃣ Conteúdo pensado para converter, que é a prioridade.
2️⃣ Conteúdo informacional que sabemos que não vai converter, mas que constrói autoridade temática para que o Google veja a marca como um site de referência do setor. Tudo linka para uma página de serviço.
✅ Mais de 20 artigos no primeiro mês. Agora, um por semana.
✅ Revisão técnica: dados estruturados, uma página que tinha ficado em noindex, redirecionamentos antigos mal apontados e velocidade no celular.
✅ Uma página que não terminava de posicionar: não era canibalização, era um desajuste de intenção. A reorientamos e a vigiamos.
✅ Ficha do Google Business Profile verificada e otimizada.

🔗 Backlinks
Neste projeto, por enquanto, zero. Nas primeiras semanas não fazemos nada de links, para ver até onde o site chega só com estrutura e conteúdo. Depois entrarão na estratégia: avisaremos quando começarmos, contaremos como os escalamos e mediremos seu efeito à parte. Tudo white hat ⚪, nada que coloque em risco o cliente.
Temos além disso outro projeto que arranca totalmente do zero e nesse os links entram desde o princípio, assim poderemos comparar os dois.

📊 Primeiro mês após o relançamento

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🔹 Search Console: 108 cliques e 12.000 impressões em 29 dias (antes, 16 cliques e 872 impressões em dois meses).
🔹 Posição média: de 23,9 para 16,9.
🔹 Visibilidade no rastreador: de 0,27 % para 3,71 %.
🥇 Grupo C: uma keyword na posição 1 (+13 esta semana).
🚀 Grupo A: uma keyword de volume alto sobe 61 posições em uma semana, e outra entra na 7.
👀 Quatro keywords entre 11 e 15, às portas da primeira página.
💬 E o mais importante: já entram solicitações de orçamento pelo site.

🗓️ Atualizaremos um par de vezes por semana quando houver movimento. Se uma semana não houver nada para contar, não inventaremos nada.

🤝 Tudo o que compartilharmos será 100 % real e transparente, sem truques nem enganos.

Dúvidas e críticas, bem-vindas.

Um abraço.






Histórico de atualizações

12 de outubro — cinco semanas de dados.
103 cliques e 11.827 impressões em 28 dias, posição média 17,1 e 771 buscas distintas. Os cliques caem duas semanas seguidas enquanto sobem as impressões. Revisão de acessibilidade do site e canibalização detectada no Grupo A.
Ver a atualização completa →
 

Anexos

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Excelente trabalho, atualmente o SEO local está sendo muito relevante não só para aparecer nos primeiros lugares, mas para que a IA o recomende em suas buscas, no meu caso chegam muitos através do ChatGPT e Copilot
 
Bom caso com dados reais. O que mais me chama a atenção é a camada informativa: para ofícios, o conteúdo que responde dúvidas ("quanto custa X", "como escolher Y") atrai quem está prestes a contratar. Se além disso você soma vídeo curto para o perfil do Google Business, esse negócio se diferencia de todos os concorrentes que só têm fotos. Sigo o tópico para ver a evolução com backlinks.
 
Excelente trabalho, atualmente o SEO local está sendo muito relevante não só para aparecer nos primeiros lugares, mas para que a IA o recomende em suas buscas, no meu caso chegam muitos através do ChatGPT e Copilot
¡Obrigado! 🙌 Totalmente de acordo. Em negócio local já não basta sair no topo do Google: cada vez pesa mais que a IA te recomende.Justo estamos vendo isso neste projeto: em uma das keywords comerciais mais fortes, onde estamos no puesto 1, a vista criada com IA do Google nos cita como primeira fonte, à frente de dois concorrentes. Você tem isso na captura da primeira mensagem.Isso sim, somos conscientes de que agora mesmo estamos em pleno baile do Google: a web é jovem, o Google ainda a está posicionando e as posições se movem de um dia para o outro (e também segundo a localização e o dispositivo do qual você busca). Haverá subidas e descidas, mas a tendência geral é muito boa, e por isso no tópico iremos olhando a evolução semana a semana, não a foto de um dia concreto.Sobre a IA, colocamos um arquivo llms.txt para que os modelos entendam bem o que o negócio faz. Sendo sinceros: hoje em dia não há nada confirmado de que o Google ou os grandes modelos o usem, e quase ninguém está dando importância ainda. Para nós é uma aposta de custo zero: se amanhã começar a contar, já temos feito. O que sim sabemos que funciona é o de sempre: conteúdo claro que responda bem ao que as pessoas buscam, uma entidade de marca bem definida e uma ficha do Google cuidada. Isso é o que a IA está coletando.Nossa ideia é começar a medir também quantas visitas chegam do ChatGPT, Copilot e companhia. Quando tivermos dados, os compartilharemos aqui.Você, como está medindo? Pelo tráfego de referência no Analytics ou perguntando ao cliente como vocês foram encontrados?
 
¡Obrigado! 🙌 Totalmente de acordo. Em negócio local já não basta sair no topo do Google: cada vez pesa mais que a IA te recomende.Justo estamos vendo isso neste projeto: em uma das keywords comerciais mais fortes, onde estamos no puesto 1, a vista criada com IA do Google nos cita como primeira fonte, à frente de dois concorrentes. Você tem isso na captura da primeira mensagem.Isso sim, somos conscientes de que agora mesmo estamos em pleno baile do Google: a web é jovem, o Google ainda a está posicionando e as posições se movem de um dia para o outro (e também segundo a localização e o dispositivo do qual você busca). Haverá subidas e descidas, mas a tendência geral é muito boa, e por isso no tópico iremos olhando a evolução semana a semana, não a foto de um dia concreto.Sobre a IA, colocamos um arquivo llms.txt para que os modelos entendam bem o que o negócio faz. Sendo sinceros: hoje em dia não há nada confirmado de que o Google ou os grandes modelos o usem, e quase ninguém está dando importância ainda. Para nós é uma aposta de custo zero: se amanhã começar a contar, já temos feito. O que sim sabemos que funciona é o de sempre: conteúdo claro que responda bem ao que as pessoas buscam, uma entidade de marca bem definida e uma ficha do Google cuidada. Isso é o que a IA está coletando.Nossa ideia é começar a medir também quantas visitas chegam do ChatGPT, Copilot e companhia. Quando tivermos dados, os compartilharemos aqui.Você, como está medindo? Pelo tráfego de referência no Analytics ou perguntando ao cliente como vocês foram encontrados?
O Bing e o Search Console começaram a mostrar essa métrica há alguns meses, e o WooCommerce também me mostra a fonte da venda, e muitas vezes é do ChatGPT e do Copilot, por isso agora estou tentando carregar o sitemap no Baidu e nos buscadores que permitirem, para que todas as IAs possam encontrá-lo
 
Bom debate o de medir o tráfego que vem da IA. Pergunto a vocês do meu canto: viram se a IA cita conteúdo em vídeo ou só texto? Digo isso porque se os perfis do Google Business com vídeo curto começarem a sair recomendados pela IA, isso muda o jogo para os negócios locais. Alguém mediu se o vídeo aparece nessas citações?
 
Bom caso com dados reais. O que mais me chama a atenção é a camada informativa: para ofícios, o conteúdo que responde dúvidas ("quanto custa X", "como escolher Y") atrai quem está prestes a contratar. Se além disso você soma vídeo curto para o perfil do Google Business, esse negócio se diferencia de todos os concorrentes que só têm fotos. Sigo o tópico para ver a evolução com backlinks.

Obrigado por participar, is617v!

Totalmente de acordo: a chave está em converter a parte informativa em conteúdo que vende. Não escrevemos por escrever: cada artigo tem que aproximar o leitor de pedir um orçamento.

Por isso, há conteúdo que deixamos de fora de propósito. O que traz visitas, mas nunca vai se converter em cliente, não nos interessa neste momento.

Os posts que preparamos giram em torno de 1.500-2.000 palavras e buscam autoridade e conversão ao mesmo tempo. Em um serviço de ticket alto, um único cliente que entre por um artigo já paga o trabalho de vários meses. E levam fotos reais sempre que podemos.

Um exemplo de como planejamos: um artigo sobre o gramado do jardim atrai um proprietário que ainda não busca o serviço, mas que tem o perfil exato de cliente. Resolvemos a dúvida dele e deixamos à mão o próximo passo.

Trabalhamos dois tipos de dúvidas: as informativas (como funciona, quanto dura, qual opção escolher) e as de problema (algo falhou e precisa de solução). As segundas estão muito mais perto da chamada.

E depois estão as minas de ouro: grupos de palavras com uma dificuldade abaixo de 15 que a concorrência não está trabalhando.

Com o vídeo, sim, totalmente. Já recomendamos a criação de vídeo a vários clientes, e em um par deles, onde o vídeo era muito importante, estamos reestruturando suas fichas nessa linha. Inclusive passamos o contato de um colega freelancer que se dedica a fazer vídeos para esse tipo de negócio. Há negócios onde o vídeo é quase imprescindível: em uns por SEO, e em outros já não só por SEO, mas para que o próprio cliente veja o trabalho antes de ligar. Nos sites já trabalhamos com vídeos incorporados, mas o material tem que sair do negócio, e às vezes custa que o cliente veja o quão importante é seguir a estratégia para que tudo funcione. Por isso gostamos de pegar os projetos inteiros, onde possamos levar o comando de tudo.

O que de verdade importa: já estão entrando chamadas e trabalhos fechados de alto valor.

A partir de 13 de outubro começamos com os backlinks: diretórios e sites locais.

Seguimos informando.
 
Essa distinção entre dúvidas informativas e de problema é ouro puro. Em vídeo acontece exatamente igual: quem busca "como se conserta X" está a um passo de ligar, quem busca "o que é X" só está dando uma olhada. Estão pensando em levar essa lógica para o vídeo também, tipo clipes curtos para as buscas de problema?
 
bing e search console começaram a mostrar essa métrica há alguns meses, e o woocommerce também me mostra a fonte da venda, e muitas vezes é do chat gpt e do copilot, por isso agora estou tentando carregar o sitemap no baidu e nos buscadores que permitam, para que todas as IA possam encontrar

Obrigado por participar, lizcasallas!

Muito bom o ponto sobre o WooCommerce. Ver no próprio pedido que a venda vem do ChatGPT ou do Copilot é o dado mais claro que existe de que a IA já está mandando clientes, e não apenas visitas.

Por isso todos os nossos projetos estão cadastrados no Bing. O Copilot puxa do índice do Bing, e o ChatGPT também o usa como uma de suas fontes quando busca na internet, então estar bem indexado lá já não é secundário. Além disso, trabalhamos para que os buscadores fiquem sabendo rápido de cada conteúdo novo.

O caso do Baidu é interessante para quem vende fora, sobretudo para o mercado chinês. No nosso caso, por ser um negócio local na Espanha, por enquanto nos concentramos no Google e no Bing.

Quando tivermos dados de visitas que cheguem das IAs, contaremos aqui com captura.

Seguimos informando.
 
Atualização — 12 de outubro

Já se passaram cinco semanas completas de dados. Hora de contar o bom e o que não é tanto, senão isso não serve de nada.

O que fizemos desde a última vez

Passamos o site inteiro por uma revisão de acessibilidade: contraste de texto até cumprir o nível AA e hierarquia de cabeçalhos nas 13 páginas e nas 24 entradas do blog. Não esperamos que isso mova posições por si só, mas são erros que estavam lá e que não custam nada corrigir bem feitos.

Completamos os dados de empresa da marcação, que estavam pela metade.

E encontramos uma canibalização feia no Grupo A (as de preço e custo): duas URLs nossas brigando pela mesma busca, uma na posição 10 e a outra na 49. Está em processo de correção.

Também iniciamos a fase de cadastros em diretórios e fichas, que é de onde saem as citações e, nos que permitem, os links. É o próximo bloco de trabalho.

Os números

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Últimos 28 dias: 103 cliques e 11.827 impressões, CTR de 0,87 % e posição média 17,1.

Para que se veja o salto: nos 57 dias anteriores ao relançamento foram 21 cliques no total. Nos 35 dias seguintes, 112.

O site aparece já para 771 buscas diferentes em 28 dias, quando antes eram pouquíssimas.

Onze buscas estão já na primeira página.

E agora o que não gosto

Os cliques levam duas semanas caindo (32, 25, 19) enquanto as impressões marcam o máximo. Ou seja, o CTR está caindo.

Tenho duas explicações possíveis e, com os dados que tenho diante de mim, não posso separar qual pesa mais: ou estão entrando buscas novas em posições de segunda página, que somam impressões e não trazem clique, ou há um componente sazonal no serviço. Digo tal qual porque não medi ainda.

O que sim comprovei é que há páginas que já estão na primeira página e não levam o clique. Aí o problema é o título e a descrição, não a posição.

Um dado que não esperava e que deixo caso sirva para alguém: das sessões deste mês, 8 % chegam de assistentes de IA. Já não é ruído.

O que vem

Reescrever títulos e meta descrições das páginas que estão no topo e não convertem o clique, fechar a canibalização do Grupo A e seguir com as citações.

Uma coisa pendente da minha parte, e digo para que não pareça que tudo vai às mil maravilhas: a medição de chamadas e WhatsApp não está terminada, então não posso dizer ainda quantos desses cliques acabam em contato. Até que isso esteja, os números acima são tráfego, não clientes.

Seguimos informando.
 
Boas, Novatico. Antes de mais nada, quem somos: a equipe da abogadostop10, uma marca da Ibérica Digital Partner (Alicante). Fazemos marketing para escritórios de advocacia, ou seja, serviços locais como o seu, mas em outro ramo, e contamos o que aconteceu conosco com o mesmo que você acabou de encontrar.

Duas coisas sobre sua última atualização:

1) A canibalização do Grupo A (preço e custo). O que funciona para nós antes de mexer em qualquer coisa: no Search Console, filtrar por essa busca exata e olhar a aba de páginas com três ou quatro meses de dados. Se o Google alterna as duas URLs por semanas, é canibalização de verdade e é hora de consolidar; se ele sempre escolhe a mesma e a outra nunca aparece, não há briga, o que acontece é que a segunda não responde a essa busca e o ideal é reorientá-la. Em nosso setor, a URL da posição 49 quase sempre é uma página informativa antiga, e o 301 para a boa se nota em três ou quatro semanas.

2) «Os cliques baixam e as impressões sobem» com posição média 17,1: com 771 buscas diferentes, essa média não te diz nada. Nós dividimos as consultas em dois grupos, as que levam cidade ou «preço» e as generalistas, e as olhamos separadamente. O habitual é que as impressões novas venham de generalistas na página 2, que não geram clique, enquanto as de intenção alta continuam iguais. Antes de reescrever títulos, verifique se a página que não converte o clique está perdendo posição ou apenas ganhou impressões ruins.

E sobre a medição de chamadas que você deixa pendente: em serviços locais, entra mais gente por telefone do que por formulário. O mais barato que encontramos para separar isso é colocar um número diferente na ficha do Google e no site; com isso, você já sabe de onde vem cada chamada sem montar nada.
 
Boas, Novatico. Antes de mais nada, quem somos: a equipe da abogadostop10, uma marca da Ibérica Digital Partner (Alicante). Fazemos marketing para escritórios de advocacia, ou seja, serviços locais como o seu, mas em outro ramo, e contamos o que aconteceu conosco com o mesmo que você acabou de encontrar.

Duas coisas sobre sua última atualização:

1) A canibalização do Grupo A (preço e custo). O que funciona para nós antes de mexer em qualquer coisa: no Search Console, filtrar por essa busca exata e olhar a aba de páginas com três ou quatro meses de dados. Se o Google alterna as duas URLs por semanas, é canibalização de verdade e é hora de consolidar; se ele sempre escolhe a mesma e a outra nunca aparece, não há briga, o que acontece é que a segunda não responde a essa busca e o ideal é reorientá-la. Em nosso setor, a URL da posição 49 quase sempre é uma página informativa antiga, e o 301 para a boa se nota em três ou quatro semanas.

2) «Os cliques baixam e as impressões sobem» com posição média 17,1: com 771 buscas diferentes, essa média não te diz nada. Nós dividimos as consultas em dois grupos, as que levam cidade ou «preço» e as generalistas, e as olhamos separadamente. O habitual é que as impressões novas venham de generalistas na página 2, que não geram clique, enquanto as de intenção alta continuam iguais. Antes de reescrever títulos, verifique se a página que não converte o clique está perdendo posição ou apenas ganhou impressões ruins.

E sobre a medição de chamadas que você deixa pendente: em serviços locais, entra mais gente por telefone do que por formulário. O mais barato que encontramos para separar isso é colocar um número diferente na ficha do Google e no site; com isso, você já sabe de onde vem cada chamada sem montar nada.
Obrigado por participar, abogadostop10!

O primeiro é o melhor ponto que me deram no tópico e eu agradeço de verdade. Nós já trabalhamos com a regra de não tocar em nada com pressa: deixamos repousar e acumular semanas antes de mover uma página, porque com a foto de um dia é fácil se equivocar. O que nos faltava era o critério para decidir, e esse que você dá se o Google alterna as duas URLs ou sempre escolhe a mesma. Vindo de alguém que viveu isso no seu próprio ramo, com certeza vamos levar em conta, obrigado!..

Porque o que temos agora é isso, uma foto: duas URLs posicionando para a mesma coisa, uma na 10 e a outra na 49. Com o seu critério em mãos, já sabemos o que olhar antes de decidir se consolido ou reoriento, que não é nem de longe o mesmo trabalho. O 301 sendo notado em três ou quatro semanas, encaixa perfeitamente.

No segundo ponto estamos de acordo, e de fato por isso coloquei a posição média com reservas: com 771 buscas diferentes, o 17,1 não serve para decidir nada. Dividir as consultas entre as de intenção alta e as generalistas, nós faremos. Minha suspeita é justamente essa, que as impressões novas estão entrando por generalistas na segunda página, mas até que olhemos separadamente, continua sendo uma suspeita.

O que levo anotado de verdade é verificar se a página que não recebe o clique perdeu posição ou apenas ganhou impressões ruins. Isso muda completamente se mexemos no título ou não.

Sobre o telefone, a verdade: nós nunca trabalhamos com dois números, por isso não posso te dizer qual é a consequência real. Não temos dados próprios que digam que isso prejudica, e não afirmo nada.

Evitamos pelo cruzamento. Se nos diretórios circulam dois telefones diferentes para o que deveria ser o mesmo negócio, o Google pode acabar misturando a informação dos dois. Como disse antes, não medimos, mas por precaução preferimos não nos meter nisso, e que o remédio não seja pior que a doença.

E também não precisamos, na verdade. As chamadas que entram pela ficha já são contadas pela própria ficha, e as que entram pelo site você pega com o evento do clique no telefone. Com isso, você já sabe de onde vem cada uma sem ter que usar dois números.

Em concreto, o número novo como principal na ficha e o de sempre como secundário. Ou medir a chamada a partir do próprio site com o evento do clique no telefone, que não custa nada e não toca no NAP. Se vocês levam tempo com dois números e não viram duplicados nem fichas brigando, me interessa saber, porque então estou me precavendo demais.

Abraços.
 
Obrigado por responder com tantos detalhes, Novatico. Vou direto ao que você nos pergunta.

Sim, já trabalhamos com dois números em escritórios e não vimos fichas duplicadas nem conflitos por causa disso. Mas te digo como o que é: observação nossa, não um teste. Nunca fizemos um antes/depois controlado, então não vamos afirmar que não tenha nenhum efeito.

O que acredito que desfaz a dúvida é separar duas coisas que não são a mesma:

Dois números NA FICHA não é um NAP inconsistente. A ficha do Google admite um telefone principal e números adicionais: é a própria ferramenta que prevê o caso. E nas diretrizes do Google para representar sua empresa, na seção do telefone, contempla-se expressamente usar um número de rastreamento como principal e o de sempre como adicional. Vale a pena ler lá antes de decidir.

O cruzamento que você teme vem dos DIRETÓRIOS, não da ficha. Se o número novo entra nos cadastros e nas citações, então sim, circulam dois telefones e aí está o problema. Nossa regra é essa: o número de rastreamento não sai da ficha e do site; em diretórios vai sempre o de sempre. E como você diz que está começando a fase de cadastros, a ordem importa: decida o telefone antes de espalhá-lo.

Um ponto negativo da sua alternativa, que por padrão nos parece a correta e a mais barata: deixa uma lacuna. As chamadas da ficha são contadas pela ficha, e o clique no telefone do site é contado pelo evento, mas quem está no computador, lê o número e liga do celular não aparece em nenhum dos dois. Se as chamadas batem pouco com os contatos reais que o cliente te conta, a diferença pode estar aí.

Dito isso, para começar faríamos o que você propõe: evento de clique no telefone e as chamadas da ficha. É grátis e não toca no NAP.
 
Obrigado por responder com tantos detalhes, Novatico. Vou direto ao que você nos pergunta.

Sim, já trabalhamos com dois números em escritórios e não vimos fichas duplicadas nem conflitos por causa disso. Mas te digo como o que é: observação nossa, não um teste. Nunca fizemos um antes/depois controlado, então não vamos afirmar que não tenha nenhum efeito.

O que acredito que desfaz a dúvida é separar duas coisas que não são a mesma:

Dois números NA FICHA não é um NAP inconsistente. A ficha do Google admite um telefone principal e números adicionais: é a própria ferramenta que prevê o caso. E nas diretrizes do Google para representar sua empresa, na seção do telefone, contempla-se expressamente usar um número de rastreamento como principal e o de sempre como adicional. Vale a pena ler lá antes de decidir.

O cruzamento que você teme vem dos DIRETÓRIOS, não da ficha. Se o número novo entra nos cadastros e nas citações, então sim, circulam dois telefones e aí está o problema. Nossa regra é essa: o número de rastreamento não sai da ficha e do site; em diretórios vai sempre o de sempre. E como você diz que está começando a fase de cadastros, a ordem importa: decida o telefone antes de espalhá-lo.

Um ponto negativo da sua alternativa, que por padrão nos parece a correta e a mais barata: deixa uma lacuna. As chamadas da ficha são contadas pela ficha, e o clique no telefone do site é contado pelo evento, mas quem está no computador, lê o número e liga do celular não aparece em nenhum dos dois. Se as chamadas batem pouco com os contatos reais que o cliente te conta, a diferença pode estar aí.

Dito isso, para começar faríamos o que você propõe: evento de clique no telefone e as chamadas da ficha. É grátis e não toca no NAP.

Obrigado, abogadostop10, agora sim ficou claro para mim.

Isso de separar ficha e diretórios era exatamente o que me faltava. Eu estava colocando tudo no mesmo saco do NAP, e não é a mesma coisa ter dois números dentro da ficha do que tê-los espalhados pelos cadastros. Vou ler com calma a seção do telefone nas diretrizes do Google antes de mover qualquer coisa.

Então, por enquanto, deixo assim: nos cadastros e nas citações vai sempre o número de sempre, que é a fase em que estamos agora, e para medir uso o evento de clique no site e as chamadas da ficha. Se mais adiante testarmos um número de rastreamento, será apenas na ficha e no site, como você diz.

Para a lacuna de quem lê no computador e liga do celular, vou testar o mais simples: que o cliente pergunte e anote "como você nos conheceu?" em cada chamada. Vamos ver quanto isso se diferencia do que a ficha e o evento contam.

Quando tiver algumas semanas de dados, conto aqui, batendo ou não batendo.

Abraços.
 

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